
As duas colectividades retomam a uma ligação que durou de 2017 a 2019 e que auxiliou a criação do emblema moçambicano. E desta vez vai nascer a Dragon Force Black Bulls para a identificação, formação e desenvolvimento de novos talentos com metodologia europeia e de excelência.
Decorrente deste novo acordo de cooperação, a Dragon Force Black Bulls vai funcionar no Tchumene com um programa estruturado que contempla a formação regular, a capacitação de treinadores, bem como a implementação de processos técnicos e metodológicos do FC Porto.
Serão levados ainda a cabo programas específicos visando a identificação e desenvolvimento de talentos, com destaque para a realização nos dias 20, 21 e 22 de Fevereiro da tradicional iniciativa de caça talentos no Complexo Desportivo de Tchumene.
Conforme destacou André Villas-Boas, presidente do emblema português, esta reabertura em Moçambique representa o executar de “um plano de expansão internacional a que nos propusemos, levando o conhecimento, a metodologia e os valores do FC Porto a diferentes geografias através de parcerias credíveis, projectos sustentáveis e estruturas que garantam impacto real no desenvolvimento dos jovens”.
E o faz, desta vez, com um clube que o ajudou a nascer entre 2017 e 2019, agora relançado com bases mais sólidas, infraestruturas consolidadas e uma visão a longo prazo, curiosamente alinhada ao plano de internacionalização do FC Porto.
“Parceria determinante para potenciar e exportar atletas moçambicanos”
Falando momentos após rubricar o novo acordo, o presidente da Black Bulls, Junaide Lalgy, mostrou-se entusiasmado com a retoma da cooperação, sobretudo com o impacto que a mesma terá no crescimento do clube que dirige e do futebol moçambicano.
“Precisamos de continuar a crescer e a estruturar o nosso projecto. O know-how do FC Porto será determinante para atingirmos os objectivos que definimos, não só a nível da melhoria do talento moçambicano, mas também na capacidade de exportar jogadores cada vez mais preparados para outros mercados”, disse.
Aliás, Lalgy defendeu que tudo começa na base, pelo que “trabalhar com os processos e procedimentos de uma das melhores escolas de futebol do mundo permite-nos maximizar o investimento feito na nossa academia e elevar significativamente a qualidade da formação dos nossos técnicos”.
Refira-se que esta é a terceira escola que o FC Porto abre em África, depois de o fazer no Zimbabwe e em Cabo Verde. <PLANTEL OC>













