
A equipa fabril tem encontro marcado diante do Ferroviário de Maputo, no Afrin, para a quinta jornada da Primeira Liga – o Moçambola2025.
O voo que transportou o Textáfrica da Cidade da Beira até à capital do País tinha a partida inicialmente marcada para às 02h55 deste domingo, 06 de Julho, com a chegada prevista para às 04h15.
Um horário noctívago e que obrigou a equipa a pernoitar nos frios bancos do Aeroporto Internacional da Beira, todavia para nada.
O avião da companhia de bandeira só veio a subir aos céus da Beira quando eram precisamente 5h05. A Maputo chegou às 6h20.
Mas só por volta das 7 horas é que a delegação daquele clube deixou as chegadas domésticas do Aeroporto Internacional de Mavalane para uma unidade hoteleira no centro da cidade.
Uma penosa situação que fez a clube da Soalpo solicitar, com urgência, um novo adiamento do jogo e, consequentemente, a remarcação para segunda-feira, 07 de Julho.
Alega total desgaste da equipa, tendo em conta que para além de ter feito os 200 quilómetros de estrada que ligam Chimoio a Beira, “a equipa dormiu de qualquer maneira no aeroporto à espera de viajar às 2h55, mas que só viemos a sair às 5h05“, tal como explicou a Plantel OC uma fonte daquele emblema.
“A jogarmos hoje, partimos em clara desvantagem competitiva pelo desgaste físico e até mental por conta disto tudo. Não faria sentido. E não penso que seja, este, o espírito do Moçambola e dos dirigentes da LMF, que sempre nos fizeram acreditar numa prova competitiva e baseada na verdade desportiva“, disse ainda, a fonte, que até à publicação deste artigo não tinha qualquer resposta da Liga Moçambicana de Futebol em relação ao pedido de remarcação do jogo. [PLANTEL OC]













