
Os Touros iniciaram a nova época tal como terminaram a anterior do Moçambola: a vencer, por 1-0, com golo de Chamito. E desta vez houve – finalmente – a taça: para o antes tarde do que nunca!
Bendito seja o 17 de Maio. Uma data que seguramente ficará na memória dos moçambicanos como aquele que marcou o fim de uma longa noite e de espera de seis meses pelo Moçambola. Do futebol de primeira.
E por falar de coisas primeiras e tais, o toque inicial após o apito de arranque de Celso Alvação coube a Caifadine Manasse, ministro da Juventude e Desportos.
O governante não quis deixar créditos por mãos alheias e exibiu um toque fino, diga-se, de quem chega para beijar os Santos e retirar deles a sua benção papal: no caso da retoma do campeonato nacional.

Manasse tomou novamente o seu lugar na tribuna de honra e as águas a retomaram, por sua vez, ao seu curso normal. E foi para se desfrutar do mais lindo em um jogo de campeões nacionais, esses vencedores das últimas edições da prova.
É verdade que o jogo foi correndo na celebração do fim de uma pré-época que não saiu dos pés dos avançados. O combate foi nulo até observar o interregno.
Chamito:: um abono de família!
As segundas partes e os golos da Black Bulls tão andam de mãos dadas que já nem conseguem continuar a manter o segredo da relação.
Foi assim de jogo em jogo na Taça de Moçambique até que continuou, agora, no Moçambola.
Jogava-se o minuto 62 quando Danilo descobriu Chamito no interior da grande área, com o avançado a desviar a bola para o golo, por sinal o único da partida.
O autor do tento acabou até eleito homem-do-jogo.

Refira-se que momentos antes do pontapé de saída a Black Bulls recebeu finalmente a taça referente à conquista do Moçambola do ano passado. [PLANTEL OC]













