
Foi a frase que mais se ouviu cantada durante os treinos de preparação dos Touros para o desafio deste domingo, 12 de Janeiro, diante do Zamalek, com o início marcado para às 18 horas locais [e também de Maputo].
Passa por aí a estratégia ofensiva preparada por Hélder Duarte para este jogo tão desafiante tendo em conta o quadro superior que representa o Zamalek, esse detentor da Taça da CAF e vencedor da Supertaça de África.
A começar, o técnico foi obrigado a promover mexidas no onze do desastroso resultado de Uyo, com a saída em cena do castigado Nené por acumulação de amarelos e Kadre que deverá iniciar no banco por limitações físicas: está condicionado no tornozelo.
Por conta disso, o tridente ofensivo será constituído por Hammed, Chamito e Ejaita, atletas com os quais Duarte pretende “atacar a profundidade, com o último a prender os dois centrais e a prestar apoio frontal visto que é fisicamente forte“.
“Hammed vai jogar à frente de Ejaita, com Chamito a procurar a profundidade, uma ideia com a qual acreditamos que poderemos ferir o adversário, contando também com a largura de Fídel e Danilo nos corredores“, explicou.
Criar espaços, abrir brechas na solidez defensiva do Zamalek e desenvolver um futebol mais vertical é o propósito dos Touros…
Mas porque não há ataque sem defesa – e vice-versa – é exactamente este o ponto que, conforme testemunhamos durante os treinos ao longo da semana, fez o técnico pensar, repensar. Escrever e borrar. Testar e arriscar. Consultar os adjuntos para decidir.













