O agora ex-secretário de Estado do Desporto, Gilberto Mendes, comentou sobre a extinção do organismo que dirigiu durante cinco anos e a recriação do Ministério da Juventude e Desportos, assumindo que se trata de estilos diferentes de governação.
Para Gilberto Mendes, a investidura do novo Chefe de Estado e as decisões daí advindas, como por exemplo essa da extinção da Secretaria do Estado do Desporto reflecte, em toda a regra, o fim de um ciclo e o início do outro, este no qual Daniel Chapo traz consigo “novas pessoas e a esperança em um Governo mais diligente, inclusivo e mais perto do cidadão…Do povo“.
Para o agora ex-governante, a reestruturação que juntará o desporto aos assuntos da juventude deve ser considerada como uma gestão própria do novo governo, “na medida em que o novo Presidente da República entendeu e decidiu que deve assim ser“.
Ao detalhe, puxou da comparação para referir que “o Presidente Nyusi tinha puxado para si algumas áreas que considerava de muito importantes, como são os casos do desporto, da juventude e emprego, bem assim do ensino técnico-profissional, que estavam acoplados à Presidência da República. Isto fez com que contássemos com o apoio directo do Chefe de Estado para a resolução de vários problemas que fomos enfrentando“.
Para o novo ciclo, continuou, “o Chefe de Estado é do entendimento que poderá tomar conta do desporto como ministério, uma decisão que entendo ser normal, ao que considero de estilos de governação diferentes…E não vejo problemas disso”.















