
O Brera Tchumene oficializou na quarta-feira, 19 de Fevereiro, a sua desistência do Moçambola, uma decisão que abre espaço para os Fabris do Planalto continuarem na fina-flor do futebol moçambicano.
A situação do Brera Tchumene conheceu por fim um giro de 360 graus nos acontecimentos. Aquele emblema da cidade de Matola vai mesmo encerrar as portas e sumir do mapa.
Depois do primeiro anúncio de desistência, semana passada o presidente daquela colectividade, Simão Cossa, veio a público vuvuzelar a hipótese da entrada de investidores nacionais para a sua manutenção no Moçambola. O clube chegou a abrir as oficinas e a anunciar a contratação de Sebastião Sitoe como novo treinador.
Porém debalde. Em carta datada de 19 de Fevereiro, ou seja, esta quarta-feira, aquele emblema oficializou a sua retirada de todas as provas oficiais, bem como o encerramento de portas.
O referido documento foi enviado à Associação Provincial de Futebol de Maputo, com conhecimento da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e da Liga Moçambicana de Futebol (LMF).
Acto seguinte!
Após a recepção do documento, a LMF e a FMF concordaram que a vaga deveria ser ocupada pelo Textáfrica de Chimoio, por ser até aqui membro efectivo da Liga até à realização da próxima Assembleia-Geral Ordinária.
É nesse contexto que esta quinta-feira, 20 de Fevereiro, a FMF endereçou um convite àquele clube para se licenciar, sublinhando estar “aberta a possibilidade de ingresso de uma equipa para participar no Moçambola2025”, conforme pode-se ler na carta a que Plantel OC teve acesso.
A decisão está neste momento do lado da equipa da Soalpo, que por sua vez deverá avaliar se reúne ou não condições para participar este ano na prova máxima…

















