DAÚDE RAZAQUE: O cultor do futebol atrativo e das vitórias convincentes!

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A União Desportiva de Songo anseia fazer esquecer um quase ano de 2024 com a abertura de um novo ciclo no qual deve-se destacar um estilo de jogo próprio, atraente aos olhos de um comum mortal e que reduza distâncias entre o empate inicial e a vitória final.

Foi o que ficou patente durante a apresentação de Daúde Razaque como novo treinador principal daquela colectividade que no ano passado ficou em segundo lugar no Moçambola e na Taça de Moçambique.

O evento teve lugar quinta-feira, 27 de Fevereiro, no Hotel África, em Maputo.

Com  39 anos de idade, Razaque chega protegido por um contrato que pode durar um mínimo de dois anos, com a sua extensão para lá desta época presa a um fio tão fino como o da conquista do Moçambola e da Taça de Moçambique, conforme deu a entender Francisco Xavier, o presidente daquela colectividade durante a apresentação do treinador.

Uma fasquia que não deixa de resto assustado o novo treinador, que mais do que conquistar títulos, apontou para o caminho que se deve seguir para este efeito. O das vitórias convincentes, tal como ele próprio fez referência.

A ideia não passa apenas por vencer. Mas por vencer e vencer bem, que é convencer, ainda que isso não bastasse. É importante elaborarmos um modelo de jogo atrativo para que os atletas possam exponenciar o seu real valor e que permita o surgimento de novos talentos, de jovens jogadores”, disse.

Ou seja, para Daúde Razaque a conquista de títulos deve ser consequência do trabalho, igual a um soldado que segue a bússola da paz em zona de conflito. Dito de outro modo, “não podemos ir com muita sede ao pote. É importante ir com cautelas, na medida em que há outros clubes também organizados, bem posicionados, pelo que há que traçar metas de como iremos atingir tais objectivos”, frisou.

“É importante também rejuvenescer a equipa, de forma a evitar esse entra e sai de atletas. Vamos trabalhar com base nesta ideia, sem nunca descurar o principal foco que é o de vencer o Moçambola e a Taça de Moçambique”, ajuntou o técnico, tão ciente de que esse objectivo retrata, no fim do dia, o seu prazo validade no comando técnico dos hidroeléctricos.  

“Quando se contrata um treinador, na verdade contrata-se uma identidade, daí ser normal que tenha sempre uma mala feita na medida em que há avaliações que se devem fazer ao longo do tempo”, assumiu.

Para Razaque, o apoio incondiconal do público é indispensável para a conquista de objectivos, na medida em que se trata “efectivamente do nosso décimo segundo jogagor”.

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