
Liderados por um inspirado Brahim Diaz, os Leões do Atlas mostraram o seu lado mais sério diante das Ilhas Comores. Continuaram em campo a festa da abertura do CAN2025 (AFCON).
Antes do jogo, Marrocos aproveitou as atenções de todo o mundo para exibir o orgulho do outro lado de África. Expôs a sua cultura, recitou o melhor da sua música tradicional e elevou ao alto o seu orgulho magrebino.
Em tão breves minutos mostrou-se aberto ao mundo, a outras culturas e povos, ao juntar no mesmo palco French Montana e Davido para um cocktail musical que também foi à capela. Enfim, um cerimonial em Rabat que foi uma autêntica ponte entre o tradicional e o contemporâneo.
E a beleza que se viu na cerimónia passou para as quatro linhas, com as 60180 pessoas a puxarem praticamente por uma selecção que é a todas luzes uma séria candidata à título.
Porque Soufiane desperdiçou a oportunidade de inscrever o seu nome na lista dos primeiros marcados fases finais de um CAN ao falhar uma grande penalidade, Brahim Diaz decidiu ele mesmo tocar o piano. Liderou assim a orquestra e, aos 55 minutos, apareceu na zona da grande penalidade para desviar com preces a um cruzamento de Mazraoui.
Com o 1-0 no marcador e cientes perigosidade dessa tangente, os marroquinos aumentaram a intensidade do concerto e, aos 74, veio o golo da noite. Ups, candidato ao golo do CAN. Ao Puskas. De costas para a baliza, Kaabi deu um pontaope de bicicleta em uma bola que foi parar ao fundo das malhas, de defesa impossível para Pandor. E estava assim feito o resultado final de um jogo que contou para o grupo A. <Plantel OC>
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