
Derrubar um adversário com um nome tão pesado quanto uma rocha é o pensamento e o espírito que movem os Mambas para o jogo desta noite, 24 de Dezembro, no Grande Estádio de Marrakech.
Assim o confirmou o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, que falava esta terça-feira, 23 de Dezembro, em conferência de imprensa de lançamento do jogo frente a Costa do Marfim.
De acordo com o técnico, é desejo da sua equipa iniciar bem a prova apesar do adversário que estará do outro lado, a Costa do Marfim, “campeã africana em título, o que aumentará o nosso grau de dificuldade”.
“Mas como primeiro jogo é óbvio que queremos começar bem”, conforme disse o técnico, a quem a experiência da participação no último CAN dá aos Mambas outra visão, sobretudo porque “também estivemos também em um grupo difícil”.
“A importância do primeiro jogo é sempre relevante e nós queremos começar bem. Obviamente que não vamos estender o tapete para a selecção campeã africana desfilar a sua classe”, prometeu, para adiante explicar revelar um pouco a estratégia de tenciona travar um adversário tão pesado quanto a Costa do Marfim.
“Respeitamos a equipa campeã. Mas nós vamos tentar fazer o nosso jogo, cometer poucos erros e aproveitar as oportunidades. O futebol é sobre isto”, disse ainda o selecionador, que perspectiva por isso mesmo um jogo aberto, no qual uma das duas equipas têm chances de ganhar.
“Eles têm também essa vontade. Até porque, repito, são os campeões. E como todas as equipas que têm o seu lado forte, eles têm as suas fragilidades. E este é um contexto que nos dá mais moral, que nos motiva ainda mais, tendo sobretudo em conta que o futebol é dentro das quatro linhas, em que vamos ver o que vai acontecer”, sublinhou.
A melhor equipa não é de melhores jogadores!
Chiquinho Conde afastou o medo da Costa do Marfim protegido por esse entendimento de que os nomes não ganham jogos. Aliás, nega-se a aceitar o entendimento de que Moçambique é o ´outsider` de um grupo F na qual fazem ainda parte, além da Costa do Marfim, o Gabão e o Camarões.
“Este é um torneio curto, no qual jogaremos também com a experiência que adquirimos no último CAN”, segundo a qual “a melhor equipa não é aquela que tem os melhores jogadores”, mas “aquela que joga como uma verdadeira equipa, ao que queremos transportar essa força do grupo, essa força que nos ajudou a chegar até aqui e dar o passo o seguinte. Para isso é preciso acreditar sempre”.

Não queremos participar só por participar!
Em um outro contexto, Chiquinho Conde perspectivou de todo a presença de Moçambique neste CAN de Marrocos. Sublinhou que, desta vez, “não queremos participar só por participar como temos feito em outras edições”, até porque “é claro que nós, neste momento, já temos jogadores com uma certa tarimba e experiência”.
“Estamos consciencializados de que esta é uma prova única em África e queremos aproveitá-la ao máximo para desfrutar, lutar, competir e fazer história”, finalizou.
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