ALERTA OC:: LMF cria sua própria Comissão para propor modelo do Moçambola2026

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Composto por nove entidades, o grupo tem como principal missão apresentar, até 01 de Fevereiro, as propostas do modelo ideal do Campeonato Nacional à Liga Moçambicana de Futebol (LMF), esta que por sua vez fará entregue à Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

Criada esta terça-feira, 20 de Janeiro, a referida Comissão de Trabalho é composta pelo presidente da LMF e os de oito clubes, nomeadamente UD Songo, Black Bulls, Baía de Pemba, Costa do Sol e dos Ferroviários de Lichinga, Nacala, Beira e Maputo.

De acordo com uma nota interna da LMF a que Plantel OC teve acesso, a referida comissão tem por objectivo “identificar, analisar e apresentar as propostas do modelo ideal e alternativos para o Moçambola”.

No entanto, a entidade liderada por Alberto Simango Júnior define no citado documento as balizas daquilo que devem ser as respectivas propostas, sublinhando que as mesmas devem ser “competitivas, realísticas e sustentáveis”.

Dez dias para entrega de propostas 

Como metodologia de trabalho, esta comissão ontem criada deve até ao próximo dia 01 de Fevereiro apresentar as propostas em sede da LMF.

Em acto seguinte, será esta entidade que vai dias depois apresentá-las à FMF, a quem caberá a última palavra.

Aliás, neste último ponto vale recordar que foi a FMF que bateu o martelo ao recordar que é da sua inteira responsabilidade validar um novo modelo competitivo do Moçambola. E nunca da LMF, entidade que, por sinal, perdeu as credenciais da gestão da prova a 31 de Dezembro do ano passado na Casa de Futebol.

Um guino ou fuga à FMF?

Nos corredores da gestão do Moçambola, a criação desta Comissão é vista como uma forma de a LMF se antecipar à FMF, face à decisão recentemente tomada pela Casa de Futebol, curiosamente a da criação de uma Comissão Mista de Trabalho para análise do Moçambola do passado recente e do seu futuro próximo.

É que, conforme fez referência a entidade liderada por Feizal Sidat, o referido grupo não se limitaria apenas a discutir o modelo competitivo da prova deste ano e dos próximos. Ia mais a fundo.

Deverá analisar, de forma fundamentada e documentada, os motivos que ditaram o término do Moçambola2025 com jornadas ainda por serem disputadas, o que acabou por mandar aos ares a decisão da manutenção.

Precisamente os motivos financeiros, nos quais urge uma auditoria ao patrocínio de 65 milhões anunciado pela 2M, tais que alegadamente seriam aplicados na totalidade ao pagamento de passagens aéreas do Moçambola.

Pelo sim ou pelo não, a verdade manda dizer que esta quarta-feira, 21 de Janeiro, a LMF vai a prova oral na Casa de Futebol para justamente falar do Moçambola. Por volta das 15 horas. E já se diz que será a porta-fechada a pedido da própria Liga! <PLANTEL OC>


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