A UD SONGO É UM CLUBE DE DIMENSÃO NACIONAL

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Diferentemente dos anos anteriores, a direcção da União Desportiva de Songo decidiu este ano apresentar o treinador na cidade de Maputo. Portanto, fora do seu habitat. A explicação primária é de que foram as circunstâncias que impediram que o acto tivesse lugar na pitoresca Vila de Songo, o que ainda assim deve evidenciar de que se trata de um clube de dimensão nacional.

Foi com estas palavras que Francisco Xavier deu início à conferência de imprensa de apresentação de Daúde Razaque, quinta-feira, 27 de Fevereiro, no Hotel África.

De acordo com o dirigente, este evento deveria ter de facto lugar na sede do clube em Songo, porém uma série de questões deu vida a esta excepção. Desde logo o facto de, até à data (27 de Fevereiro), não ter havido um acordo formal para a contratação do treinador.

“O que havia era apenas um acordo verbal, tanto mais é que não fizemos o anúncio da sua chegada até este evento, o que só ocorreu com a vinda da equipa a Maputo”, continuou.  

Francisco Xavier explicou, adiante, que os hidroeléctricos há muito tempo que programaram um estágio pré-competitivo de dez dias na capital do País, o que veio agora a coincidir com a chegada de Daúde Razaque, daí que estando em Maputo o treinador não poderia assumir a equipa sem antes assinar o respectivo contrato e ser apresentado publicamente.

“Como sabem, estamos em pré-temporada e em estágio em Maputo, razão pela qual o treinador não podia começar a trabalhar sem primeiro firmar este acordo de modo a manter o primeiro contacto com o clube e com os seus atletas”, explicou a fonte que sublinhou, por fim, o facto de maior parte dos órgãos de comunicação social do País estarem baseados na capital do País, um handicap “para que este evento possa chegar a mais moçambicanos”.

O motivo da demora no anúncio do novo treinador

Num outro desenvolvimento, o líder máximo da UD Songo explicou as razões que forçaram a demora da apresentação do novo timoneiro da sua equipa principal. Esclareceu, em primeiro lugar, que o contrato com Daúde Razaque não estava ainda fechado e que seu o currículo não foi o único analisado.

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“É preciso explicar que o processo de contratação do treinador não depende apenas de um elemento, no caso o presidente. Depende, em primeiro lugar, dos requisitos necessários em função dos objectivos que devem ser alcançados para, depois disso, iniciar-se o processo de procurement. Vou aqui revelar que recebemos um leque de curriculos de vários agentes desportivos. Porém, da avaliação feita, escolhemos este treinador, facto que justificou este atraso”, explicou Francisco Xavier.

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