
Em 2016, durante a crise económica em Moçambique, vi líderes a serem afastados, organizações afundarem, tive colegas, amigos e familiares que foram dispensados dos seus postos de trabalho, outros tiveram os seus salários reduzidos.
Mas também presenciei a ascensão de alguns profissionais, que em plena crise receberam propostas de grandes organizações nacionais e internacionais, com direito a salários mais altos e melhores condições de trabalho e de perspectivas de crescimento profissional.

















