
A União Desportiva de Songo – campeã nacional – está em grande plano nos prémios da HCB, atribuídos às equipas e aos futebolistas que mais se destacaram ao longo da última edição da prova máxima.
A nível colectivo, os hidroeléctricos vão encaixar sete milhões e quinhentos mil meticais (7.500.000) pelo título de campeões nacionais, a passo que a vice-campeã, a Black Bulls, terá direito a três milhões de meticais.
Um milhão e quinhentos mil é o valor que vai receber o Ferroviário da Beira pelo terceiro lugar alcançado na tabela classificativa geral.
O emblema do Chiveve ficou ainda com o prémio de equipa Fair-Play.
A nível individual, Luís Miquissone foi eleito o melhor jogador do campeonato, com direito ao prémio monetário de 550 mil meticais.
Pesou para a sua eleição o título colectivo conquistado pela UD Songo, ademais de ter sido o melhor marcador da prova com 15 golos e, ainda, ter sido cinco vezes eleito como homem do jogo.
Superou a concorrência de Chester (UD de Songo) que ficou em segundo e com direito a 250 mil meticais, bem como a de Ângelo Cantolo, que ficou em terceiro, com 125 mil meticais.
Por ter sido o melhor marcador com 15 golos, Miquissone terá ainda direito a 450 mil meticais, contra os 200 mil de Ângelo Cantolo (Chingale de Tete), segundo com 11 pontos. Ao terceiro, Tomás (AD Vilankulo), cabe o redondo valor de 100 mil meticais.
O guarda-redes do Ferroviário de Maputo, José Guirrugo, venceu o prémio da Luva de Ouro, atribuído ao melhor guarda-redes. Deverá por isso auferir 350 mil meticais.
O guardião locomotiva superou a concorrência de Ebrima (UD Songo), este que terá direito a 125 mil meticais e a de Crimildo (Ferroviário da Beira) que vai auferir 100 mil meticais.
Daúde Razaque e Francisco Xavier melhores treinador e dirigente!
Sem muitas surpresas, a dupla da UD Songo foi proclamada vencedora em cada uma das respectivas categorias.
Pela proeza, Daúde Razaque tem por receber 300 mil meticais.
Curioso nesta corrida é que o técnico campeão nacional superou Abdul Omar e Antoninho Muchanga, segundo e terceiro classificados respectivamente.
O técnico da AD Vilankulo terá direito a 125 mil meticaias, a passo que o timoneiro do Ferroviário de Lichinga vai arrecadar 100 mil meticais.
O presidente da UD Songo, Francisco Xavier, foi eleito Dirigente do Ano por ter revolucionado a estrutura daquele emblema para um título que já é histórico, tendo sobretudo em conta as 17 vitórias consecutivas. Um recorde africano.
Imprensa desportiva laureada
Tal como prevê o HCB prémios, foram igualmente distinguidos os cinco jornalistas que mais se destacaram na cobertura do Moçambola2025. Cada um com direito a 200 mil meticais.
Avelino António (RM – Desporto) foi o melhor na categoria de rádio, Alberto Tsenane (Desafio) na de imprensa, Rannylson Afonso (TV Sucesso) na Televisão, Franck Muceliua (Teletrês) entre as medias digitais e Jaime Machel (freelancer) no foto-jornalismo. <PLANTEL OC>
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