
Dominguês Pelembe é, para além de uma alma, a voz do grupo. A sua experiência – 42 anos de idade e agora no terceiro CAN – dá-lhe alguma autoridade para destacar que o primeiro jogo é sempre o mais importante neste tipo de competição.
E mais do que uma concepção, este é o desejo do grupo, conforme referenciou o capitão, de que o desafio desta noite contra a Costa do Marfim é o mais importante, na medida em que dará possibilidades de a equipa ter resultados positivos adiante.
“Dentro das quatro linhas tudo pode ocorrer e Moçambique tem um conjunto capaz de derrubar a equipa campeã em título”, assim reforçou, destacando que o quadro nacional combina experiência com juventude. Muito talento individual ao fim da alvorada.
“E eu prometo dar sempre o meu melhor, como sempre o fiz, para que possamos fazer esta história e alegrar o povo moçambicano”, prometeu.
Sobre os seus 42 anos de idade e que o tornam nesse histórico jogador mais velho desta prova que decorre em Marrocos, Dominguês disse que ainda se sente “em condições de ajudar a equipa, não só fisicamente, mas também em termos de transmissão da minha experiência”. Afinal é, este, o terceiro CAN em que participa. <PLANTEL OC>
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