
Os touros viram este sábado, 25 de Outubro, como – e com ajuda dos árbitros – o Rivers United da Nigéria transformava em cinzas a vantagem que traziam de Maputo, apesar da angústia que voltou a representar Moctar Diallo na segunda parte.
David Nhassengo na Nigéria com apoio de TRANSPORTES LALGY e JOGABETS
A partida até começou com sérios avisos para o que esperava a Black Bulls no Godswill Akpabio. Desde logo o facto de um jogo tão importante quanto este não poder ser transmitido em directo – até pelas televisões locais – muito menos ser autorizada a captação de imagens para a posteridade, numa empreitada liderada pelo próprio comissário da CAF.
Adiante disso foi o que se viu em campo. Penoso. Até antes do golo de MaClyn, aos 16 minutos, um bom par de atletas da Black Bulls estava condicionado com amarelos. Até Kadre que é capitão foi advertido por ter reclamado uma falta duvidosa perto da área de Ernan.

Não satisfeito com o rumo do resultado, visto que a eliminatória estava por sua vez empatada, o árbitro viu, a três minutos do intervalo, uma grande penalidade que por sinal calhou com um relâmpago dos céus sem que houvesse chuva.
MaClyn tratou de agradecer a decisão do árbitro para fazer o 2-0, resultado com o qual foi-se ao intervalo.

Angustiante Moctar Diallo e um golo para nada!
Lançado na segunda parte e, tal como no jogo de ida, o avançado senegalês precisou de apenas quatro minutos na segunda parte para marcar, colocar a Black Bulls (novamente) em vantagem na eliminatória, apesar do 2-1 no marcador do Godswill.

No entanto, a angústia dos nigerianos durou até aos 80 minutos, quando Timothy Zachariah, em fora de jogo, isolou-se e disparou para o 3-1 final, um tento, digamos, um resultado que até provocou invasão do estádio: claro, celebrava-se ao alto a entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões de África. [PLANTEL OC]













