
O guarda-redes foi um plus da equipa nacional. Em um dia de inspiração evitou uma tragédia em Polokwane.
Tirou tudo e de todas as formas. Com as mãos, com os pés. Com os braços. Foram ao todo nove defesas a remates certeiros, somados a três alívios próprios de um libero. Teve uma saída da baliza bem sucedida que também evitou o pior. Não podia fazer nada diante dos dois golos sofridos: o primeiro de bola parada e o segundo depois de um erro defensivo clamoroso.
Ivane Urrubal reivindicou o DUAT da baliza nacional de cara para o futuro. Uma boa dor de cabeça para Chiquinho Conde e, talvez, um alívio para os moçambicanos que têm agora uma séria alternativa a Ernani. O tempo dirá! [PLANTEL OC]













